Um mês antes de você sentir um ataque cardíaco seu corpo vai dar sinais e aqui estão os 6 sinais que você deve se preocupar

Matérias Oficiais(+10% Clicks) Yasmim 02/03/2021 Relatar Quero comentar

Na sociedade atual, em que o número de obesos aumenta, bem como o consumo de produtos industrializados, ricos em gorduras, açucares e sal, não é incomum que muitos sofram com problemas cardíacos.

Ataques cardíacos são um risco real e presente e todo cuidado é necessário para evitá-los.

Segundo o Ministério da Saúde, o infarto do miocárdio é uma das principais causas de morte no Brasil, ocorrendo cerca de 400 mil casos de ataques cardíacos com aproximadamente 70 mil mortes por ano.

De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), existem 5 condições que aumentam o risco de ataque cardíaco, que são: diabetes, sobrepeso e obesidade, má alimentação, sedentarismo e uso excessivo de álcool.

Aproximadamente metade de todos os ataques cardíacos acontecem fora de um hospital, e detectá-los de forma precoce é a chave para a sobrevivência.

E, como quem avisa, amigo é, resolvemos dar algumas dicas fáceis de como saber se você ou alguém próximo está na iminência ou correndo risco de ter um ataque cardíaco.

Veja quais são esses 6 sinais de ataque cardíaco no vídeo abaixo:

1. Fadiga

Em outras palavras, aquele cansaço sem causa aparente. Isso acontece por causa do estreitamento das artérias, fazendo com que o coração receba menos sangue do que está acostumado e forçando-o a trabalhar mais que o normal. Por conta disso, a pessoa sente-se cansada e sonolenta o tempo todo.

2. Falta de ar

Quando o coração bombeia menos sangue, o pulmão tem mais dificuldade de transportar o oxigênio e, consequentemente, há menos oxigênio para si próprio. Ambos os órgãos funcionam em conjunto, logo, se um não funciona bem, o outro também falhará em suas tarefas. Sentir falta de ar sem motivo aparente não é nada bom e deve-se recorrer o mais rápido possível ao médico.

3. Fraqueza

Quando se sente fraqueza repentina, é porque as artérias não estão permitindo a circulação sanguínea adequada pelo corpo. Os músculos, sem a quantidade necessária de nutrientes e oxigênio transportados pelo sangue, ficam mais fracos, podendo provocar, inclusive, quedas.

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